12 de dez de 2010

Bolinha de papel faz mais uma vítima

Anúncio da famiglia Braga n’O Sul, cortesia da Nova Corja.

Anúncio da famiglia Braga 'O Sul!A Bala de Prata de José Serra atendia por Políbio Adolfo Braga, que ocupou valiosos espaços na propaganda do senhor “bolinha de papel” psicografando a vida pregressa  do poste que Lula colocou no Planalto, também está traumatizado por um papelote que recebeu de um motoboy. O garoto propaganda da campanha do PSDB, de biógrafo não autorizado de Dilma, virou vítima de seus neurônios. O jornal O Sul considerava seu Políbio um siamês de Beatriz Fagundes. É o que ele chama de “contraponto”. E assim também acreditavam os leitores do referido jornal. Siameses opostos… Beatriz, lulista. Políbio, autista?!

Com a saída de Políbio Braga, O Sul perdeu um de seus três leitores.

Como, no dizer dele, Beatriz não tinha “um mínimo de neurônio no lugar”, e considerando que O Sul o tinha apenas para contraponto à Beatriz, faltou neurônio para perceber antes que a venda era casada. Despedido, virou despeitado. Afinal, teve muito tempo para perceber que ele só poderia ser colonista se o jornal fosse um “clipão diário”. Perdeu o trem e a oportunidade de ir embora antes mas, como sempre, ele pode repetir o mantra: “ – Me enganei muito!”

Seu Políbio, engano é engano. Pouco ou muito, é sempre engano. Na ordem inversa, e seguindo a mesma linha de raciocínio, conclui-se que pouco neurônio conduz a muito engano...

Herança Maldita!

Na reclamação que teria endereçado ao vice-presidente da Rede Pampa, do alto de seu poste no olho da rua, expõe-se à versão com aversão. Duas palavras muito caras que acompanham Políbio desde os tempos do governador Collares: versão e aversão. A versão do porta-voz não mudou a aversão do ex-governador… Por tudo isso, se não é muito, é tudo, não estranha que ele tenha sido colunista do “único jornal diário que não tem editorial”. Como Políbio costuma dedicar-se a quem o joga no olho da rua, vem aí mais uma obra da lavra do mais importante colonista político do RS: Herança Maldita.

Na era do Parque Eólico, a luta de Políblio contra o PT lembra Dom Quixote contra os moinhos de vento. Há até uma Dulcinea Del Toboso, mais conhecida como Miss Pantalha!

A herança verdadeiramente maldita para Políbio será aquela que o Brasil herda de Lula. Um país em pleno emprego. Como neste dezembro saiu a notícia de que a Grande Porto Alegre, por primeira vez na história, alcançou o pleno emprego, O Sul fez de  Polibio possivelmente o único desempregado.

Tadinho, com quem será ele irá passar o Natal? Com Pato Donald? Aguenta firme, seu Braga, no Réveillon já terá a companhia de Yeda! Aliás, fazem um bom par. De tango ou pompoar... Quem sabe encenem “o último tango em Porto Alegre”. E quem bateu mais cabeça leva a manteiga!

Resumindo e lambança finalizo com as palavras do colonista desempregado: “estamos no Rio Grande do Sul, Estado onde a mídia é controlada por empreendedores jornalísticos muito curiosos”. Parabéns, empreendedor! Curiosidade longa, vita brevis...

PT saudações!

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